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terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Borá ( Jataizão ) no tronco da árvore


[Figura-1] Borá no tronco

Estava de passeio pelo interior de Minas Gerais, andando pelas estradas da roça, meu olhar aguçado logo avistou um belo enxame de Borá no tronco de uma árvore.

Não resisti e logo fui me aproximando para olhar mais de perto e fazer uma análise do local.

Esse enxame ( figura-1 ) está a beira de uma estrada, a árvore ainda está viva, ou seja, não poderá ser cortada, portanto o enxame estará a salvo por muito tempo.

[Figura-2] Entrada do enxame

Se a árvore estivesse com o tronco em condições precárias, oferecendo risco ao enxame, com certeza teria tomado a decisão de remove-lo para uma caixa racional. Mas no cenário atual, não tem risco nenhum.

Somente um olhar apurado poderá visualiza-lo, sendo assim estará a salvo.

É um enxame bastante defensivo, mas muito bonito.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Caixa INPA - proteção na entrada em funcionamento

[figura-1] Uruçu Amarela
Toda caixa de ASF ( Abelha Sem Ferrão ) pode ser atacada pelas lagartixas, se o suporte prover essa proteção, então pode-se dispensar a proteção da entrada da caixa.

Vejam na figura-1, como as Uruçus Amarelas já estão adequando a forma da entrada ( caracteristica dessa espécie ) dentro da proteção, ou seja, se adaptam com facilidade.






[Figura-2] Uruçu Amarela
A figura-2 mostra com um pouco mais de detalhes essa entrada, a qual é raiada com barro, ainda está se formando, pois o enxame é recem dividido ( enxame novo ).











[Figura-3] Mandaguari Amarela

A Mandaguari Amarela também se sentiu bastante a vontade com a proteção instalada, pois fizeram sua entrada característica dentro da proteção.

Enfim, procuramos ajudar as abelhas para que elas se sintam mais confortaveis no quesito proteção, deixando mais tempo pra elas se desenvolverem em outros pontos, produção de mel, cera, propolis, etc, pois a entrada não é um item a se preocupar.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Uruçu Verdadeira ( divisão ) - praticidade da caixa INPA


[Figura-1] Discos maduros da Uruçu Verdadeira
Beleza !!!

Essa é a reação de qualquer Meliponicultor ao abrir a caixa de suas abelhas.

Pronta para ser dividida. A figura-1 ilustra exatamente isso, discos maduros em uma das alças de aumento da caixa INPA.

Pronto, basta retirar essa alça e montar uma nova caixa filha, muito simples isso, não é mesmo !!!

Bom, se o modelo da caixa fosse diferente do da INPA, provavelmente não seria tão simples assim.

[Figura-2] Ninho e sobreninho

Vejam na figura-2, como ficou após a retirada da alça superior ( onde estavam os discos de cria maduros ), ficou com as crias novas e também com crias praticamente maduras na parte mais embaixo ( ninho ).

Não houve rompimento de potes de pólen e mel, foi uma divisão rápida, sem estresse para as abelhas e sem risco.

Tudo isso devido a praticidade da caixa INPA.



[Figura-3] Nova alça na caixa
Após a retirada da alça com os discos maduros, uma nova foi colocada na caixa mãe ( figura-3 ), justamente para que o ninho possa crescer.

Lembrando que as caixas estão dentro de um padrão, ou seja, todas as caixas tem o mesmo tamanho, isso permite o intercambio de módulos ( alças ).













[Figura-4] Caixa mãe com novo módulo ( alça )

Vejam como ficou a caixa mãe ( figura-4), sobre esse módulo ( novo ) foi colocado uma melgueira, também nova, pois a melgueira da caixa mãe também foi para a caixa filha.

Feito isso, basta vedar com fita crepe ( as uniões de cada módulo ), colocar alimento artificial e se necessário, colocar armadilha para forideo.


sábado, 8 de novembro de 2014

IRAI - Multiplicação

[Figura-1] Ninho de Irai
Uma abelhinha simpática, tranquila, tímida e muito mansa, mas muito mansa mesmo é a IRAI.

Ela é tão mansa e tímida, que quando aproximamos da entrada da caixa, elas simplesmente correm para dentro, se escondem, fato impressionante.

Hoje ( 08/11/2014 ) abri a caixa matriz para dar uma inspecionada e não é que deparei com os discos de cria maduros em cima, praticamente grudados na tampa da  caixa ( figura-1 ) !


[Figura-2] Discos de cria
Pronto, não perdi tempo, parti logo para uma divisão, a qual foi realizada de forma rápida e eficiente, pois quando os discos maduros estão em cima, fica muito fácil fazer a divisão ( isso é válido para qualquer espécie de ASF ( Abelhas Sem Ferrão ).

Os discos dessa espécie de abelha, são elicoidais ( vejam na figura-2), ou seja, quando vamos retirar os discos maduros, vai chegar num ponto que irá romper, diferentemente da mandaçaia por exempo, os discos são únicos ( mais fácil de separar ).

[Figura-3] Caixa INPA 15x15

Esse enxame de Irai que foi dividido, está alojado dentro de uma caisa INPA 15x15, com dois módulos para ninho e um para nmelgueira.

Essa espécie produz muito pouco mel e sua cera geralmente é mais ressecada e quebradiça, diferente da Jatai, que é bem mais macia.







[Figura-4] Entrada da Irai


A entrada da caixa para a Irai precisa ser um pouco mais larga ( figura-4 ), isso para dar maior flexibilidade de entrada e saída das operárias. Se a entrada for muito estreita, elas ficam "trombando" com a madeira.  Elas vem voando e praticamente "caem" para dentro da caixa, por isso a entrada precisa ser mais larga.

É uma abelha que não incomoda ninguém, de tão mansa e quieta que ela é, não é territorialista ( diferente da jatai, que fica perturbando os outros enxames e é muito territorialista ), portanto pode conviver ao lado de outras espécies sem problemas.

[Figura-5] Conjunto de caixas
É o que podemos ver na figura-5, a Irai convivendo com enxames de Mandaçaia e Mirim's.

Muito bacana essa espécie de abelha.

domingo, 12 de outubro de 2014

Melgueira da Uruçu Amarela


[Figura-1] Melgueira da Uruçu Amarela
Quando falamos em abelhas sem ferrão ( ASF )
logo ficamos imaginando como é o mel delas, como elas armazenam o estoque de mel e pólen.

A maioria das pessoas conhecem as APIS ( abelhas com ferrão ) e o formato dos favos de mel, pois é, as abelhas sem ferrão o processo é bastante diferente, elas armazenam o mel ou pólen em potes confeccionados com cera, e muitas vezes o tamanho desses potes pode chegar ao tamanho de um ovo de galinha, isso quando o enxame está muito forte.

[Figura-2] Potes de mel


Vejam como é o formato dos potes, as figuras 1 e 2 ilustra isso.

Os potes que estão fechados significa que o mel está maturado e pronto para ser colhido e consumido, enquanto que os outros que estão abertos ainda não estão prontos para o consumo, ou seja, eles estão abertos justamente para que a quantidade de água possa ser evaporada e quando as abelhas notam que já deu o ponto, elas simplesmente vedam esse pote.

[Figura-3] Potes de mel
Como colher esse mel !!!

Bom, uma das formas é usar uma seringa com um caninho na ponta e ir sugando o mel pote por pote.

Outra forma é usar uma bombinha de vácuo, que também nada mais é do que sugar o mel pote pote, porém o processo é mais rápido.
Alguns gostam de furar todos os potes e depois virar a melgueira de cabeça para baixo e deixar o mel ficar escorrendo ( dura mais ou menos vinte minutos ) e depois devolve a melgueira para o lugar dela.

[Figura-4] Potes de mel da Uruçu Verdadeira

Retiramos o mel dessa forma para que os potes fiquem preservados, ou seja, as abelhas vão utiliza-los novamente para armazenar outra remessa de mel.

Imaginem que vocês tiram o mel junto com a cera, e depois amassam a cera. Fazendo isso a melgueira vai ficar sem a cera e muito menos sem os potes.
Pronto, as abelhas vão gastar um tempão reconstruindo os potes ou fazendo tudo novamente.  Se deixar os potes intactos, elas gastam menos energia e simplesmente vão estar colhendo néctar e transformando em mel, ou seja temos que poupar tempo delas e facilitar as coisas pra elas.
[Figura-5] Mais potes de mel da Uruçu Verdadeira


Vejam nas figuras 4 e 5, os potes são da Uruçu Verdadeira, vejam como eles são grandes.











[Figura-6] Potes de mel da Uruçu Verdadeira


Além do prazer de cria-las, ainda temos a oportunidade de desfrutar do delicioso mel que elas produzem.

Criar abelhas sem ferrão é mais do que um hobby: é uma paixão que a gente nasce com ela.


Grande abraço e muito sucesso pra vocês.

sábado, 27 de setembro de 2014

Período de divisões de enxames

[Figura-1] Ninho com pedaços de cera ( apoio dos discos )
Bom pessoal estamos na estação da Primavera, período onde aproveitamos para fazer as multiplicações / divisões dos enxames de ASF ( Abelhas Sem Ferrão ), a qual se estende até o Verão.

Procuramos fazer as divisões nessas estações justamente pelo fato das mesmas estarem adequadas para isso, ou seja, maior quantidade de pólen e néctar, clima mais favorável ( quente ).




[Figura-2] Melgueira equipada
Para fazermos uma divisão bem feita e obtermos sucesso, é preciso antes de tudo fazer o seguinte:
1) ter planejamento;
2) manusear o enxame com calma;
3) dedicar tempo pra isso ( divisão )

Vamos discutir cada item acima:
1) Ter planejamento:
Significa que você precisa ter em mente exatamente o que é preciso fazer e como fazer.
Quais ferramentas é preciso estar a sua disposição caso necessite e local sem interrupção.
Exatamente o que fazer é fácil, é escolher os discos maduros e retira-los para depois colocar na caixa vazia.
[Figura-3] Extensão ninho equipado com potes vazios

 Preparar a caixa vazia:
Sim, o planejamento também envolve em preparar a caixa vazia antes de tudo, ou seja, equipar o ninho com pedaços de cera para apoiar os discos maduros. Colocar alguns potes vazios ( veja figura-1 ) equipar a melgueira ( figura-2 ) com recipiente para colocar alimento, caça forideo já equipado e potes vazios para que as abelhas possam usar para colocar polen ou mel, ou simplesmente desmancha-los para usar em outro  local  ( cobertura dos discos por exemplo ). Equipar as extensões do ninho com potes vazios   ( figura-3 ).
[Figura-4] Acessórios de apoio

Ferramentas de apoio:
Sem ferramentas não vamos conseguir muita coisa na hora da divisão, portanto é importantíssimo te-los perto de você.

Quais ferramentas:
Faca, formão, seringa para coletar mel, vasilha para colocar mel, fita adesiva, papel toalha, extensão de ninho vazio ( para apoiar os modulos que você vai desmontar da caixa mãe ).

Já imaginou você retirando os módulos e de repente um pote de mel arrebenta:
pronto, a seringa te ajuda a colher esse mel antes que ele derrame e lambuze todo o ninho e o papel toalha ajuda também.
[Figura-5] Caixa mãe

Percebeu que as ferramentas de apoio é importante !!!

2) Manusear o enxame com calma:
Para trabalharmos com enxames é preciso ter tempo e disposição.
Procure uma caixa cujos discos de cria maduros estejam em cima ( perto da tampa ), caso contrario você terá que rasgar todo o ninho para buscar os discos maduros lá embaixo e isso vai ser um transtorno muito grande. E manusea-lo com calma, carinho e paciência,  sem danificar as crias e aquelas que ficarem expostas, deve ser descartadas, para evitar de atrair os forídeos.

3) Dedicar tempo para isso  ( divisão ):
Sim, imaginou você fazendo uma divisão e de repente o seu celular toca, esquece, deixa com seus familiares e avisa que não pode ser interrompido por algumas horas.
Outro dia estava eu fazendo uma divisão e o nosso cachorrinho de estimação ficou perto de mim querendo que eu jogasse bola com ele, ou seja, ele ficava batendo a bola para todos os lados e se por acaso a bola batesse nas caixas, pois é, acidentes acontecem, portanto, temos que dedicar tempo para isso, vai fazer divisão, então se planeje e programe para isso.

Pode ter certeza, se você seguir essas orientações, a chance da divisão dar certo é muito grande.

Grande abraço e muito sucesso pra você.



sábado, 20 de setembro de 2014

Jatais se enxameando

[Figura-1] Abelhas Jatais ( machos )
Primavera chegando ( 23/Setembro/14 ), aparecimento de floradas, pólen em grande quantidade, e nossas amigas ASF ( Abelhas Sem Ferrão ) com certeza já estão se movimentando para esse momento único ( Primavera ) ou seja, estão realizando enxameamentos para garantir a sobrevivência da espécie ( multiplicação de enxames naturalmente, na natureza ).

Porém, nós estamos contribuindo nesse quesito, ou seja, também ajudamos, simplesmente realizando as divisões e assegurando que as mesmas ( divisões ) se prosperem.
[´Figura-2] Caixa racional para Jatai
Isso mesmo, não basta apenas realizar uma divisão, temos que acompanhar todo o processo de desenvolvimento até que o enxame se encontre fortalecido, e quando ele chegar nesse estágio, podemos deixar a segurança por conta deles.

Vejam na figura-1, quantas abelhas Jatais aglomeradas na parede, na verdade são zangões se preparando para fecundar a princesa que está dentro da caixa e depois formar um outro enxame, cuja moradia já está determinada.

[Figura-3] Jatais esvoaçando




Nessa época do ano ( entrada da Primavera ) é muito comum esse fenômeno acontecer, todas as espécies realizam as multiplicações, cada uma com sua particularidade.

No caso da espécie Jatai, podemos apreciar esse momento, pois a forma como o enxameamento acontece, é muito bonito de se ver.
São milhares de abelhas que ficam voando em volta da caixa, são tantas que parece uma nuvem.








[Foto-4] Mais Jatais
Impressionante, quando o processo de enxameamento termina ( abelhas esvoaçando ), a caixa mãe fica com a entrada praticamente destruida. Elas levam a cera do bico embora ( nova moradia ).
Mas depois de alguns dias a movimentação volta a se normalizar na caixa mãe ( é a natureza fazendo sua parte ).

É importante observar que durante esse processo de enxameamento, as abelhas que foram para a caixa filha, ainda continuam buscando material de trabalho na caixa mãe, Portanto, caso note um enxameamento, não mexa na caixa mãe ( de onde saiu o enxameamento ) pelo menos um mês. Caso ocorra interferência o novo enxame poderá sofrer e não vingar.

São detalhes que passam despercebido, e é importante entendê-lo para que possamos fazer as coisas de forma correta.

É aquilo que sempre digo:
"primeiro temos que entender como as coisas funcionam para depois trabalhar com elas". 

E isso se aplica às abelhas também, precisamos entender como é o modo de vida delas para podermos ajuda-las.

Grande abraço e muito sucesso pra você.


terça-feira, 9 de setembro de 2014

Algumas fotos de enxames de ASF

[Figura-1] Caixa contendo Mandaçaia
A figura-1 nos mostra um enxame de Mandaçaia alojada em uma caixa racional modelo PNN com algumas modificações.

E o manjericão fazendo sua parte no processo de alimentação ( pasto apícola ).










[Figura-2] Enxame de Jatai ( Minha predileta )
Na figura-2 podemos visualizar um enxame de Jatai debaixo da sombra de é de boldo.  Elas gostam das flores do boldo, inclusive as Borás visitam com frequência, dentre outras variedades de espécies voadoras.










[Figura-3] Enxame de Uruçu Verdadeira

Também debaixo do é de boldo ( figura-3 ), está uma caixa INPA 20x20 contendo um enxame de Uruçu Verdadeira, cuja caixa contempla a proteção de entrada e protegida do sol pelo telhado de madeira.










[Figura-4] Enxames de Mandaguari Preta

Uma das espécies muito bacana de se criar é a Mandaguari Preta ou Amarela.
É uma espécie contendo uma população numerosa e isso as torna altamente defensivas, caso um forideo consiga entrar na caixa, ele não vê a hora de sair, o enxame lá dentro fica fervendo, de tantas abelhas. Portanto para os forideos não tem vez.

É isso, criar abelhas sem ferrão é acima de tudo uma arte muito prazerosa e ao mesmo tempo estamos contribuindo com a natureza: preservação da espécie.

Grande abraço e muito sucesso pra você.


quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Mandaguari Amarela


[Figura-1] Abelha Mandaguari no cabelo
Uma das espécies de abelhas sem ferrão que gosto de manusear, dar manutenção, fazer divisões é sem dúvidas a Mandaguari, preta ou amarela.

O enxame geralmente é muito forte, pois é composto por vários indivíduos ( abelhas ) e isso traz uma revoada bem grande e a pessoa que não tem habilidade / intimidade com elas acaba se intimidando.  

Vejam na figura-1, elas gostam de fazer "cafuné" na cabeça da gente.

[Figura-2] Entrada da Mandaguari ( enxame novo )
Todas as espécies de ASF tem suas características próprias e bem definidas, umas são bem tímidas, são em pequeno números de indivíduos, outras mais agressivas, outras bem mansas.

Porém com a Mandaguari, a coisa é um pouco diferente, ela é rústica, resistente aos forideos e estão prontas para o que der e vier.

Por isso que eu as crio em meu Meliponario, pois gosto de ve-las esvoaçando em volta da caixa, fazendo a guarda.

E o produto final delas:
  • produz um mel delicioso;
  • produz muito própolis de boa qualidade.
Quanto ao processo de criação:
  • abelha rústica e resistente;
  • enxame populoso;
  • de facil adaptação.



sábado, 23 de agosto de 2014

Primavera

[Figura-1] Ipê Amarelo
A primavera é uma das quatro estações do ano. Ela ocorre após o inverno e antes do verão. No hemisfério sul, onde está localizado o Brasil, a primavera tem início em 23 de setembro e termina no dia 21 de dezembro.

É uma época em que ocorre o florescimento de várias espécies de plantas. Portanto, é um período em que a natureza fica bela, presenteando o ser humano com flores coloridas e perfumadas. A função deste florescimento é o início da época de reprodução de muitas espécies de árvores e plantas.

[Figura-2] Pé de Ipê Amarelo
Já com relação a mudanças climáticas, é um período em que as temperaturas vão, aos poucos, aumentando. O mesmo ocorre com as águas do mar. As temperaturas, em grande parte dos países do hemisfério sul, ficam amenas.


Flores que se destacam na primavera:
rosa, girassol, margaridinha, orquídea, jasmim, hortênsia, helicônia, alamanda, clívia, gérbera, hibisco, gazânia, jasmim-estrela, lágrima-de-cristo, boca-de-leão, crisântemo, frésia, estefânia, narciso, violeta, dedaleira, dama-da-noite.

[Figura-3] Coqueiro
Muitas das árvores logo após a temporada das flores, ocorre o nascimento dos frutos, isso graças as nossas amigas Abelhas, as polinizadoras, ou seja, as mais importantes.










[Figura-4] Amora

Vejam só que espetáculo desfrutar de colher um coquinho amarelinho, cheiroso e apetitoso ( figura-3) ou também colher uma amora suculenta como a da figura-4.

Pois é, nós seres humanos olhamos o que está ao alcance de nossas vistas, porque não enxergar além disso:
"Olhar o trabalho maravilhoso que as Abelhas sem ferrão ou com ferrão faz para que tudo isso se torne realidade: germinação de frutos deliciosos e saborosos".


Vamos desfrutar da Primavera que já está à nossa volta.

Grande abraço e muito sucesso pra você.


sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Robôs abelhas são construídos para polinização artificial nos Estados Unidos

As abelhas, que polinizam cerca de um terço dos alimentos que consumimos, estão morrendo a taxas alarmantes nos Estados Unidos por causa de um misterioso fenômeno conhecido como Transtorno do Colapso da Colônia.


As abelhas, que polinizam cerca de um terço dos alimentos que consumimos, estão morrendo a taxas alarmantes nos Estados Unidos por causa de um misterioso fenômeno conhecido como Transtorno do Colapso da Colônia. A situação é tão grave que, no final de junho, a Casa Branca montou uma força-tarefa para elaborar em 180 dias uma estratégia de enfrentamento para proteger as abelhas e outros polinizadores. A crise é atribuída a uma mistura de doenças, parasitas, e pesticidas.
Enquanto não há uma solução ideal, a tecnologia moderna oferece esperança. A alternativa encontrada pelos cientistas é a substituição de abelhas por micro-robôs.
De acordo com o site Venture Beat, no ano passado, pesquisadores da Universidade de Harvard, liderados pelo professor de engenharia Robert Wood, introduziram os primeiros RoboBees, robôs abelha com a capacidade de levantar voo e ficar imóveis no ar quando conectados a uma fonte de energia. O projeto representa um grande avanço no campo dos micro-veículos aéreos. Os pesquisadores acreditam que em 10 anos os RoboBees poderão polinizar artificialmente um campo inteiro.

 


A Casa Branca destacou que a crise das abelhas e outros polinizadores "requer atenção imediata para garantir a sustentabilidade dos nossos sistemas de produção de alimentos, evitar o impacto financeiro adicional para o setor agrícola e proteger a saúde do meio ambiente". As abelhas são responsáveis por cerca de 15 bilhões de dólares em produção agrícola nos Estados Unidos a cada ano.
Mas os RoboBees ainda não são uma solução tecnológica viável. Em primeiro lugar, os pequenos robôs têm que ser capazes de voar por conta própria e "comunicar-se" uns com os outros para realizar tarefas como uma colmeia de abelhas real.
Embora Robert Wood tenha dito que a ameaça que a crise das abelhas representa para a agricultura era parte da inspiração original para a criação de uma abelha robótica, os dispositivos não são destinados a substituir os polinizadores naturais. Wood salienta que ainda é preciso concentrar os esforços em salvar estas criaturas vitais para o ecossistema. Os RoboBees serviriam apenas como "medida paliativa enquanto uma solução para a crise é implementada".


Você poderá ver a Matéria completa em: 
http://canaltech.com.br/noticia/ciencia/Robos-abelhas-sao-construidos-para-polinizacao-
artificial-nos-Estados-Unidos--26/#ixzz39nukPcc4 
O conteúdo do Canaltech é protegido sob a licença Creative Commons (CC BY-NC-ND). 

Você pode reproduzi-lo, desde que insira créditos COM O LINK para o conteúdo original 
e não faça uso comercial de nossa produção. 



sábado, 26 de julho de 2014

Chuva: as plantas agradecem

[Figura-1] Gotas de orvalho
Este ano as chuvas foram poucas na região Sudeste, e em Campinas principalmente.

Todos sabemos que sem chuva, as plantas sofrem, a natureza se desgasta, e o reflexo nas nossas abelhas é inevitável:
"também sofrem com a falta de néctar e pólen oriundas das plantas".

Mas, nesse Sábado ( 26/07/2014 ) fomos presenteados com alguns "chuviscos", é isso mesmo, chuviscos, pois chuva pra valer, nada, apenas deu uma refrescada no ambiente.

[Figura-2] Trevo com gotículas de orvalho
Esse "chuvisco" foi tão importante que as abelhas tiveram uma movimentação mais intensa, apesar do frio, pois o aroma das flores e pólen, estava por toda parte, e elas aproveitaram o momento para buscar alimentos.







[Figura-3] Folhas de trevo

Já disse isso antes e vou repetir:
"A natureza vive nos presenteando com suas maravilhas, mas devido a nossa correria no dia a dia, não percebemos isso"

Vejam as fotos publicadas neste post, essa maravilha está lá pra gente apreciar, basta dar uma parada em tudo que estamos fazendo e "notar" a beleza que nos cerca e agradecer à Deus por esse presente.


[Figura-4] Gotas de orvalho "redondinhas"
As folhinhas seguram com toda confiança e firmeza, as gotinhas de orvalho que a chuva deixou, até parece que elas ( folhinhas ) estão segurando essas gotas para nos ofertar, nos presentear.

Vivemos na natureza e temos que preserva-la, bem como preservar as abelhas.

Quando toda a humanidade estiver conscientizada dessa importância ( preservar a natureza ) estaremos seguros de nossa existência.



http://instagram.com/photoslcp  Fotos cordialmente cedidas pela equipe LCP Photos.   

domingo, 20 de julho de 2014

Algumas fotos de abelhas

[Figura-1] Mandaguari Amarela
Na figura-1 está a famosa Mandaguari Amarela, uma espécie de ASF muito rústica e resistente aos forídeos, pelo fato de enxame ser constituído por várias abelhas, o enxame torna-se muito populoso e forte, portanto não tem vez para os forídeos.

É uma abelha muito bonita e cheirosa, tem cheiro de coquinho, produz um mel saboroso e sem falar na quantidade de propolis que é produzido por elas.


[Figura-2] Entrada da Mandaguari Amarela
A entrada dessa espécie de abelha pode ser vista na figura-2, é diferente da sua prima Mandaguari Preta, cuja entrada tem o formato de um canudo na cor escura.

Realmente vale a pena criar essa espécie.









[Figura-3] Famosa Jatai

Uma das espécies que gosto muito é a Jatai, veja na figura-3 como ela é graciosa, seu voo é fantástico, nenhuma outra abelha voa como ela ( exceto a Borá, ou Jataizão ), que mais parece uma Jatai "bombada".

Essa espécie precisa ser criada um pouco afastada das outras espécies, pois ela é territorialista e vai perturbar as outras abelhas.
Seu mel é incomparável, chega a ser tratado como medicinal.

Quando você entra nesse mundo de "criar abelhas" com certeza vai descobrir muitas outras espécies que ainda não viu ou teve contato e acaba ficando maravilhado, pronto, mais uma espécie diferente dentro do seu Meliponário, isso mesmo, Meliponario, a partir do momento em que você tem várias espécies de ASF, passa a ser chamado por esse nome "Meliponario".

Grande abraço e muito sucesso pra vocês.


domingo, 13 de julho de 2014

Proteção de entrada em funcionamento

[Figura-1] Caixa INPA com proteção incorporada
Na postagem anterior fiz comentários sobre um sistema de proteção para entrada das caixas para criação de abelhas sem ferrão ( ASF ).

Esse sistema de proteção é versátil, pois proporciona ao Meliponicultor a facilidade de remove-lo por inteiro, sem danificar a estrutura da entrada, caso ela já esteja formada, e, coloca-la em uma caixa nova ( no caso de uma divisão ), e consequentemente a caixa nova       ( filha ), já ganha de imediato a entrada formada, dando mais tempo para as operárias na organização da nova casa.


[Figura-2] Detalhes da proteção da entrada
Muitas vezes você faz inspeção durante o dia pra ver se encontra alguma lagartixa escondida por debaixo do telhado de cobertura da caixa e não encontra.

Aí você diz:
legal, não tem lagartixa por aqui.

E a noite, como ficam as coisas !!!
Pois é.

Elas ( lagartixas ) saem dos esconderijos ( outro lugar ) e vem atacar, se a cera da entrada estiver macia, elas comem.

[Figura-3] Entrada da Mandaguari Amarela
Nas figuras 1 e 2 podemos ver com detalhes como a proteção foi incorporada à entrada da caixa.

A figura-3 mostra um enxame de Mandaguari Amarela com esse sistema de proteção instalada e em funcionamento.

Portanto, qualquer lagartixa que for tentar capturar uma abelhinha, não vai conseguir, pois elas estão protegidas do lado de dentro do cone.

Para as novas caixas INPA 20 x 20 cm, já estou incorporando esse sistema de proteção durante o processo de fabricação.

Como já disse anteriormente:
"Temos que levar proteção e conforto para os enxames que estamos criando".

Grande abraço e muito sucesso pra vocês.